
Atenção
Todos os textos do blog são de minha autoria (Eduardo Gonçalves Monteiro) assim como as imagens postadas a partir do dia 1 de maior de 2010. Caso pretenda utilizar algum texto do blog de os devidos créditos ao autor e ao blog.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Dedos cruzados

sábado, 12 de junho de 2010
Inconstância.
Estático, sem sentir, sem refletir. Repentinamente me deparo com tal momento, que não seiGraça? Se foi, não há se quer pingo de tal coisa, se quer vestígio.
O pior? Eu gosto, deste não sentir tão constante que me alivia das inconstâncias.
A maior dúvida, tal dúvida que outrora me mataria, é simples, até onde eu chego assim?
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infelizmente o meu novo layout não fica bacana no internet explorer e eu não consigo voltar ao normal, portanto, me desculpo com todos que entrarem aqui
Cara nova
sábado, 1 de maio de 2010
Estranho

O quão estranho é notar que na ponta de uma bruta árvore nasce uma flor colorida que não se adapta à bruta figura de casca e folhas? Como se sentiria a pobre flor ali perdida? Sentir-se-ia bela ou aberração?
O quão estranho é notar estrelas sem saber se estão vivas ou mortas, mas ainda assim, admirar cada tremeluzir? Será um fardo para a estrela perpetuar sua imagem alem de sua morte ou uma alegria deixar gravado por mais um tempo seu esplendor?
O quão estranho é ver o homem destruindo sua casa, aqueles por quem tem apreço e tudo o mais em nome de uma evolução que provavelmente não verá.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Noite dos mascarados
domingo, 17 de janeiro de 2010
Corre

O relógio, sempre egoísta, correndo sem olhar para o lado. Queria que minhas lagrimas enferrujassem suas velozes engrenagens, então, quem sabe, meu relógio pararia, pararia lentamente para espera meu próprio tempo. O relógio, um tanto até otimista, corre apressado na esperança de me animar, mostrando a cada segundo a vida que não para nem retarda. O relógio, contando segundos para formar minutos, e minutos para formar horas. O relógio não para, nem que minha angustia entre em suas engrenagens, pois se parasse me mataria, me afogando em minha própria melancolia, agonia.